segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Com ou sem planilha? Veja se vale à pena seguir treino elaborado por um profissional

(Crédito: Globoesporte)
Vale à pena treinar com planilhas elaboradas por treinadores? Definitivamente, vale sim. Quando você não é um profissional da área, talvez não tenha conhecimento suficiente para montar o seu próprio treino, principalmente se for um iniciante. E esse conhecimento profissional pode ser o que falta para você alcançar as suas metas de uma forma mais segura e realista. E uma planilha de treinos individualizada analisa as variáveis da sua vida produzindo progressões e adaptações para que você melhore aos poucos.

Muitos têm talento e tempo para treinarem com mais eficiência, mas às vezes são teimosos, relutam em seguir uma planilha e deixar os treinos na mão de alguém com muito mais experiência. Costumo dizer que quando seguimos as orientações de um bom treinador, economizamos tempo e energia, pois independentemente do seu nível de condicionamento e objetivo, treinos estruturados também levam em consideração as variáveis do dia a dia, como cansaço, trabalho, estresse e sono. E fazendo pequenos ajustes nesses treinos você evita treinar demais e acabar se machucando - ou treinar de menos e não conseguir emagrecer, por exemplo.

Se puder, dê-se essa chance, experimente obedecer uma planilha, preocupe-se em seguir as propostas e cumprir os objetivos. Através das planilhas é aberto um canal de comunicação em que você vai ter na sua mão o melhor treino para fazer naquele momento. Se você gosta de competição, vai ver como treinar de forma direcionada pode alavancar ainda mais a sua corrida e permitir muitos recordes pessoais pela frente.

Fonte: Eu Atleta/Globoesporte

Socorrense tenta, mas Lagarto vence na estreia do estadual

Com gol de Catalina, aos sete minutos do segundo tempo, o Lagarto venceu o Socorrense por 1 a 0, pelo complemento da primeira rodada do 100º Campeonato Sergipano de Futebol. O duelo aconteceu no estádio Lelezão, em Nossa Senhora do Socorro, e contou com um bom público, que incentivou as equipes do início ao fim. 

A vitória do Lagarto mostrou a força dos visitantes no estadual: além da vitória do time “financiado” por Diego Costa, a abertura do estadual teve Confiança 2x2 Olímpico e Frei Paulistano 0x3 Sergipe. Apesar da vitória, o Verdão assume a terceira posição, atrás de Sergipe e Boca Junior, que dividem a liderança com três pontos e saldo de gols positivo de três – o Lagarto tem três pontos, mas saldo de gols positivo de um. O Socorrense é o sexto colocado com nenhum ponto.

As equipes voltam a campo no próximo fim de semana, em jogos válidos pela segunda rodada do estadual. No sábado, 20, às 15h35, o Socorrense enfrenta o Sergipe na Arena Batistão, em Aracaju, em duelo com transmissão da TV Atalaia. No domingo, 21, às 15hh35, o Lagarto encara o Confiança, no Barretão, em Lagarto. 

O JOGO

O campo ruim dificultou o trabalho de bola dos jogadores no primeiro tempo. E até os oito minutos, o Lagarto chegou ao gol adversário em dois chutes  que fizeram a bola parar bem longe do campo. Mas aos 15 minutos, Paulista foi lançado e, mesmo com o quique da bola, chutou da entrada da área: o goleiro Emanuel fez boa defesa. 

Dono da casa, o Socorrense começou a trabalhar a bola com carinho no meio de campo e provocou o Lagarto aos 10 minutos, quando Muribeca recebeu falta dura e a confusão se formou – o juiz só advertiu os jogadores. Aos 23, mais Siri: Tetê cruzou, o goleiro socou a bola e Muribeca, ao invés de chutar, errou o passe dentro da área. Aos 30, Tetê cobrou falta da direita e Bruninho cabeceou fraco para fora. 

O jogo seguia acirrado até que, aos 34 minutos, em disputa de bola pelo alto, o jogador do Lagarto, Rafael, se chocou de cabeça com o adversário e caiu desacordado. Ainda desacordado, o jogador foi para a ambulancia e, ao término do primeiro tempo, foi levado por um carro do Samu para um hospital mais próximo. 

No lugar de Rafael, entrou Moacir que, aos 42 minutos, recebeu na entrada da área e chutou firme, obrigando o goleiro Emanuel a espalmar a bola. 

Na etapa final, logo aos sete minutos, o Lagarto abriu o placar, justamente com Moacir. Após cruzamento para a área, Josy evitou a saida de bola e tocou para trás: o goleiro do Siri se atrapalhou com zagueiro do próprio time e Moacir ficou com o gol livre para estufar a rede: 1 a 0. 

Daí em diante, pressão do Socorrense. Aos 14 minutos, Lucas cruzou, Muribeca ajeitou de peito para John que chutou para longe do gol. Aos 24, Joelton recebeu na direita e emendou um chutaço: goleiro Camilo evitou o gol com a ponta dos dedos. Aos 32, Bruninho cobrou falta direto para o gol e Camilo espalmou para fora. 

Aos 37, Lucas Rocha, do Socorrense, fez falta no adversário e foi expulso. Mesmo com menos um, o Siri manteve a pressão, mas não conseguiu marcar o gol e saiu de campo com resultado negativo na abertura do estadual.

domingo, 14 de janeiro de 2018

Na abertura do 100º Sergipão, Confiança e Olímpico ficam no 2 a 2

Deu empate no duelo dos Dragões! Na tarde deste sábado, 13, Confiança e Olímpico ficaram no 2 a 2 pela abertura do 100º Campeonato Sergipano de Futebol. O jogo aconteceu na Arena Batistão, em Aracaju, em dia de um público pífio para jogo de estreia no estadual: pouco mais de duas mil pessoas. 

Eduardo foi o artilheiro da tarde ao marcar os dois gols do Olímpico, ambos no primeiro tempo. Na etapa final, com a entrada do estreante Raí, o Confiança empatou: no primeiro gol, Raí cruzou e Léo Ceará fez o dele; no segundo, Raí, em cobrança de falta, mandou a bola no ângulo e marcou um golaço.

Com os resultado, as equipes iniciam o estadual com um ponto cada uma. O Confiança deixa o estadual de lado e foca as atenções na Copa do Nordeste: na terça-feira, 16, às 21h45, o Dragão do Bairro Industrial enfrenta o Santa Cruz, na Arena Batistão, em Aracaju. O Olímpico, que só tem o estadual em seu calendário, entra em campo no sábado, 21, às 15h35, para encarar o Amadense. 

O JOGO

Sob o sol escaldante da tarde de sábado, o Olímpico aproveitou o primeiro lance de perigo e abriu o placar. Aos seis minutos, Piau cruzou para a área, o goleiro Genivaldo saiu mal do gol e chocou com o zagueiro de time, Gabriel. A bola ficou nos pés de Eduardo que chutou para o gol vazio: 1 a 0. 

E Eduardo queria mais. Aos 32 minutos, Fabinho Cambalhota lançou Valber que cruzou para a área e o camisa 9 caiu pedindo pênalti ignorado pelo árbitro. Dois minutos depois, Cambalhota cruzou da direita e Eduardo errou a bicicleta. 

Na terceira aparição do jogador na área, o Olímpico ampliou. Aos 49, Valber recebeu na direita e cruzou para trás: Augusto soltou o pé e Eduardo, em posição duvidosa, se antecipou ao goleiro para esticar o pé e marcar o segundo dele e do Olímpico: 2 a 0. Ao fim do primeiro tempo, muitas vaias da torcida do Confiança para o time e para a arbitragem. 

Na etapa final, o técnico do Dragão da capital, Ailton Silva, tirou Diogo e colocou o estreante Raí. A mudança surtiu efeito. Aos sete minutos, Raí cruzou da direita, Rafael Villa deixou a bola passar e Léo Ceará ficou com o gol aberto para estufar a rede e diminuir a vantagem: 2 a 1. 

Melhor em campo, o Confiança partiu para cima, enquanto o recuado Olímpico tentava tanto os contra-ataques como o cai-cai para esfriar a partida. Assim, o time da capital assustava o gol de Nilton Augusto. Aos 23, Jefinho chutou da entrada da área e o goleiro espalmou a bola. Aos 29, Raí chutou com categoria, mas a bola passou rente à trave. 

De tanto insistir, o Confiança conseguiu o empate – e com grande categoria. Aos 37 minutos, Raí cobrou falta da entrada da área e acertou o ângulo direito do goleiro Nilton, que ainda tocou na bola, mas não evitou o gol que decretou o empate da partida: 2 a 2.

FICHA TÈCNICA

CONFIANÇA 2X2 OLÍMPICO

Local: Arena Batistão, em Aracaju

Data: 13/1/2018

Árbitro: Claudionor dos Santos Junior

Auxiliares: Rodrigo Guimarães e Wendel Augusto Lino

Renda: R$ 22.186

Público: 2.156 (1.027 pagantes)

Cartões amarelos: Vitor Pio (CONF); Alisson e Geovane (OLI) 

Gols: Eduardo, 6´/1ºT – 0X1; Eduardo, 49´/1ºT – 0X2; Léo Ceará, 7´/2ºT – 1X2; Raí, 37´/2ºT – 2X2

CONFIANÇA: Rafael Robalo, Arlan, Victor Pio, Gabriel e Radar; Zaquel, Diogo (Raí, intervalo), Rafael Villa e André Beleza (Fabrício, 27´/2ºT); Léo Ceará e Klenisson (Jefinho, 19´/2ºT) – Técnico: Ailton Silva 

OLÍMPICO: Nilton Augusto, Augusto Potiguar, Aldry, Lelo e George; Piau, Valber (Breno, 23´/2ºT), Carlinhos Arauá e Alisson (Geovane, 45´/1ºT); Eduardo (Matheus, 49´/2ºT) e Fabinho Cambalhota – Técnico: Givanildo Sales

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Ambulantes reclamam de cadastro em jogos do Confiança

(Crédito: Portal Infonet)
Os vendedores ambulantes que costumam trabalhar em jogos dos clubes sergipanos no Estádio Lourival Baptista, o Batistão, não gostaram nada da notícia de que o Confiança irá arrendar as vendas nas arquibancadas em partidas do clube. Na manhã desta quarta-feira, 10, a classe se reúne em frente à Arena para discutir as providências que serão tomadas contra a medida.

O presidente da Associação de Vendedores Ambulantes, Robério Paulo, popularmente conhecido como ‘Paulo Preto’, garante que o modelo é prejudicial para quem exerce a atividade. “É uma decisão arbitrária, o estádio é público. O Confiança pode fazer isso no Sabino Ribeiro, que é dele mesmo. Existem pessoas que vendem aqui há 40 anos e nunca mexeram com a gente. Em uma época de recessão, todos estão passando dificuldades. O dinheiro dos vendedores vai pagar as contas do time?”, questiona.

Atualmente, o estádio conta, a cada partida, com pouco mais de 100 ambulantes, que vendem itens como pipoca, churrasco e bebidas. A classe tenta também um encontro com o secretário de Estado do Esporte e Lazer (Seel), Antônio Hora, para discutir o tema.

Além disso, os membros irão também a outro órgão para tentar impedir a efetivação da medida. “Já conversamos com advogados e nos disseram que isso é inconstitucional. A próxima partida já é sábado, então vamos ao Ministério Público Estadual (MPE), porque já estamos impedidos de trabalhar”.

O presidente do Confiança, Hyago França, minimiza as reclamações e assegura a validade da mudança. "O clube arca com vários custos operacionais e o contrato garante o direito de exploração do estádio, inclusive das vendas. Pagamos segurança, porteiros, funcionários. Este modelo já funcioona em todo o país, em grandes arenas. Essa será uma das maiores receitas, estamos negociando para ter a cervejaria própria do Confiança", conta. 

Os vendedores de churrasco, cerveja, água e refrigerante que quiserem continuar comercialziando deverão fazer parte de uma empresa terceirizada. Quem vende outros produtos, como amendoim, caldo de cana, acarajés, pipoca e algodão doce precisarão apenas do cadastro, feito  no Estádio Sabino Ribeiro, no bairro Industrial, até a próxima quinta-feira, 11, entre as 9h e 17h. 

Estreia

O Confiança tem seu primeiro compromisso no Campeonato Sergipano já neste sábado, 13, às 15h30, contra o Olímpico, na Arena Batistão. O presidente do clube diz que a perspectiva é alta. "Montamos um grande time, que vai brigar por todas as competições. Estamos esperançosos no bicampeonato estadual e queremos passar de fase nas Copa do Nordeste e do Brasil, para conseguir mais cotas e melhorar o time para a Série C", deseja. 

O mandatário ainda falou sobre o técnico Ailton Silva e a expectativa da continuidade do trabalho. "A confiança nele é altíssima, nós sabemos que irá cumprir todos os objetivos. Será um grande ano".

Fonte: Victor Siqueira/Portal Infonet

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

‘Trégua’ pode assegurar festa completa na Olimpíada de Inverno

(Crédito: Lance)
O primeiro sinal havia sido dado no último dia de 2017. O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, na mensagem tradicional de fim de ano, deu a dica: pode enviar uma delegação para competir no vizinho durante a Olimpíada de Inverno de PyeongChang. Nesta terça-feira (2), os dirigentes sul-coreanos até marcaram uma data para um encontro, 9 de janeiro, daqui a uma semana. Objetivo: acertar os detalhes para a participação norte-coreana.

Ao que parece, as coisas caminham para que a festa da Olimpíada de Inverno de PyeongChang-2018, na Coreia do Sul, seja completa e sem boicotes. Para o esporte, não poderia ocorrer nada melhor.

Desde que começaram a crescer as tensões políticas entre Coreia do Norte e Estados Unidos, especialmente depois da eleição de Donald Trump, a aposta mais certa era que os norte-coreanos não participariam dos Jogos. Na verdade, houve quem temesse até mesmo pelo adiamento ou transferência de sede do evento, graças às ameaças de conflito com armas atômicas entre Jong-un e Trump.

Até que veio o discurso do ditador norte-coreano, com um surpreendente tom conciliador.

“Espero sinceramente que os Jogos Olímpicos de Inverno sejam um sucesso. Estamos dispostos a tomar várias medidas, incluindo o envio da delegação. Serão uma boa oportunidade para o nosso país”, disse Kim Jong-un.

A sinalização animou o sul-coreanos. “Esperamos que o Norte e o Sul possam sentar-se cara a cara e discutir a participação da delegação norte-coreana nos Jogos de PyeongChang, bem como outros pontos de mútuo interesse entre os dois países”, afirmou Cho Myoung-Gyon, ministro da unificação sul-coreana.

Desfile em conjunto em Sydney

Além da política, existem algumas questões práticas que precisam ser resolvidas. Por exemplo, hoje apenas uma dupla de patinadores teria condição de disputar os Jogos de PyeongChang-2018. Ryom Tae-Ok e Kim Ju-Sik tinham qualificação automática, mas perderam o prazo para confirmar a participação. Eles ainda podem receber autorização da federação internacional.

Da mesma forma, dependendo do que acontecer nas reuniões diplomáticas, outros convites em diversas provas poderão ser concedidos pelo comitê organizador.

O possível “sim” da Coreia do Norte para disputar os Jogos de Inverno acaba remetendo a um outro raro momento em que as divergências políticas deram uma trégua em favor do esporte. Nos Jogos Olímpicos de Sydney-2000, houve um acerto entre os dois governos para que as delegações do Sul e do Norte desfilassem juntas. Um momento inesquecível naquela Olimpíada, embora as duas nações tenham competido separadamente. Ainda assim, foi um fato que ficou marcado para história olímpica.

E até para compensar o boicote dos Jogos de Verão de 1988, esta “trégua” pode juntar coreanos do Norte e do Sul numa mesma Olimpíada na Coreia do Sul. Convenhamos, não é pouca coisa.

Fonte: Laguna Olímpico/Lance